converso com o silêncio,
me entrego em fragilidade
íntimo de mentira
vivo essa ilusão inventada
vicia como cacoete
mordida de pera
vou sendo costurado,
remendado,
rodopiando feito balé
logo canso,
me desequilibro
e caio.
ainda caio
sem saber
o por que?
segunda-feira, 20 de junho de 2011
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Interessante, poema sem rima, sem lírica...Diferente!
ResponderExcluirPois é...
ResponderExcluirDifícil de explicar... mas acho que não há uma pessoa que não tenha sentido essas coisas em algum momento da vida...
Parabéns, você escreve muito bem!!!
ResponderExcluirÉ a sentido de andar na corda bamba, a vida é mesmo dessas. Viajo em seus poemas.
ResponderExcluirabraço,
www.todososouvidos.blogspot.com
Muito bom! Alias, como todo o resto do blog, parabéns
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